A líder do PSD, segundo consta, prepara-se para abraçar um novo paradigma que resulta em menos estatística e em mais exigência na EDUCAÇÂO. Não sou propriamente um fervoroso adepto de Manuela Ferreira Leite, mas devo dizer que, nesta área, concordo com o paradigma que advoga. Resta saber se não será apenas retórica pré-eleitoralista. Efectivamente, temos assistido, ao longo dos últimos anos, independentemente do (s) partido (s) do governo, ao colapso da escola pública. A meritocracia, arredada das vidas profissionais, inicia o seu percurso de declínio logo nos bancos das escolas. A exigência e a competência são vocábulos que horrorizam muitos teorizadores. Pululam cursos de discutível valor que conferem putativas competências a quem neles se inscreve.
Está praticamente terminado mais um ano lectivo. As aventuras e desventuras da rapaziada do Ministério da Educação, conduzidos por uma ministra quase acéfala, promoveram o descontentamento geral no seio da classe docente. O final deste ano pode, basta prestar atenção às mais recentes declarações de Maria de Lurdes Rodrigues, ser o princípio do fim do próximo, a não ser que o direito de voto possa trazer algo de novo, mas que conduza a políticas sérias, consistentes e concertadas. Os sinais da fragmentação do voto, tidos como preocupantes, a meu ver devem ser encarados como positivos, talvez permitam aos líderes do designado bloco central encetarem uma indispensável introspecção em torno do que têm sido as suas actuações.
Está praticamente terminado mais um ano lectivo. As aventuras e desventuras da rapaziada do Ministério da Educação, conduzidos por uma ministra quase acéfala, promoveram o descontentamento geral no seio da classe docente. O final deste ano pode, basta prestar atenção às mais recentes declarações de Maria de Lurdes Rodrigues, ser o princípio do fim do próximo, a não ser que o direito de voto possa trazer algo de novo, mas que conduza a políticas sérias, consistentes e concertadas. Os sinais da fragmentação do voto, tidos como preocupantes, a meu ver devem ser encarados como positivos, talvez permitam aos líderes do designado bloco central encetarem uma indispensável introspecção em torno do que têm sido as suas actuações.
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