Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

James Corbett - esculturas com peças de carros





Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Atenção! Vamos fiscalizar!

“O Ministério do Ambiente vai lançar, no princípio de Dezembro, uma vasta operação de fiscalização às empresas que operam na área dos resíduos, na sequência dos casos de irregularidades que têm vindo a público.”

Este aviso aos incumpridores e putativos fiscalizados surge no Público online e noutros órgãos de informação. A ideia, de fiscalizar, parece-me boa, já o facto de se anunciar o esse desidrato com duas ou três semanas de antecedência carece de algumas explicações. Será que é mais um pouco de poeira que nos querem atirar para os olhos? Será que se pretende dar o tempo suficiente aos prevaricadores para que possam apagar os putativos rastos das ilegalidades cometidas?
Aguardemos por Dezembro e pelos resultados das prometidas acções de fiscalização…

Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Face oculta

O nome do processo que envolve o senhor Vara foi mal escolhido. Penso que «face Oculta» deveria dar lugar a «Condenado Oculto». A nossa experiência, tendo em conta casos semelhantes, diz-nos que normalmente, independentemente das provas apresentadas, ou não há condenações ou o putativo condenado é ocultado. Mas o mais normal é ficarmo-nos pela primeira hipótese. E porque se fala em negócios relacionados com sucatas penso que mais escuta menos escuta, a verdade será encerrada ou enterrada no meio de dois automóveis prensados após financiamento para abate relativo ao fim de vida do veículo. Para rir, embora sem grande vontade, são as escutas. São ilegais, não têm validade, podem ser usadas, não podem servir de prova… Um chorrilho de expressões estão-lhes associadas, mas na verdade não é claro para que servem estas efectivamente. A sensação que temos é que são muitos os putativos escutados sem que se perceba muito bem com que finalidade. Mais vale, de uma vez por todas, dizer que esta técnica de investigação não se pode utilizar quando em causa estão pessoas de colarinho branco, políticos, banqueiros, enfim gente tida como importante. As escutas só devem servir para coisas menores, talvez para quem «roube» uma maçã. Parece-me que a actualidade dos «Miseráveis» é inquestionável.