Os mares da Europa andam verdadeiramente revoltos. Como diz o ditado, gaivotas em terra, tempestade no mar. A timoneira Merkel, que já foi apontada como a grande navegadora de águas profundas, parece já não ter forças para comandar uma tripulação impreparada, indisciplinada e prevaricadora. Os seus marujos, companheiros de viagem europeia, parecem ser tão incumpridores dos acordos que a levam à náusea.
Não deixa de ser curioso que povos com uma larga tradição marítima, ou não estivesse a falar de portugueses espanhóis e gregos, não consigam remar no sentido certo. Pior do que não encontrar o rumo é remar contra a maré. A União Europeia está à beira de uma crise sem precedentes e que pode abalar os seus fundamentos. É imperioso reencontrar o rumo e colocar todos os parceiros a pugnarem pelo bem comum e por um futuro sustentável. Se a solidariedade entre os parceiros é fulcral, não é menos importante a disciplina e o rigor no cumprimentos dos acordos estabelecidos.

0 comentários:
Enviar um comentário